Os primeiros registros sobre astrologia que se tem notícias surgiram por volta de 3000 a.C na Suméria, civilização desenvolvida no extremo sul da mesopotâmia. Naquela época a astrologia era muito diferente da astrologia que conhecemos hoje em dia.
A rotação diária do céu, o deslocamento anual do Sol em relação a pontos de referência no horizonte e a diferença entre os planetas e as estrelas fixas foram fenômenos que chamaram muito a atenção de nossos antepassados. Sabemos que a Terra gira em torno de seu próprio eixo, completando uma volta num período aproximado de 24 horas. Para os antigos parecia que o céu era uma grande esfera que girava em torno da Terra, permanecendo essa como um ponto de referência fixo. Verificava-se que noite após noite os mesmos grupos de estrelas apareciam regularmente no horizonte leste para desaparecer horas depois no horizonte oeste, após percorrer toda a abóbada celeste. A maioria dessas estrelas pareciam fixadas sempre nas mesmas posições sendo que quando reunidas em grupo permitiam uma identificação com imagens do cotidiano do homem e figuras mitológicas.
A rotação diária do céu, o deslocamento anual do Sol em relação a pontos de referência no horizonte e a diferença entre os planetas e as estrelas fixas foram fenômenos que chamaram muito a atenção de nossos antepassados. Sabemos que a Terra gira em torno de seu próprio eixo, completando uma volta num período aproximado de 24 horas. Para os antigos parecia que o céu era uma grande esfera que girava em torno da Terra, permanecendo essa como um ponto de referência fixo. Verificava-se que noite após noite os mesmos grupos de estrelas apareciam regularmente no horizonte leste para desaparecer horas depois no horizonte oeste, após percorrer toda a abóbada celeste. A maioria dessas estrelas pareciam fixadas sempre nas mesmas posições sendo que quando reunidas em grupo permitiam uma identificação com imagens do cotidiano do homem e figuras mitológicas.
Porém perceberam que nem todos os pontos luminosos na qual pensavam que fossem estrelas era imóveis, algumas pareciam ter mais liberdade, deslocavam-se de uma constelação para outra ao longo de um ano e alguns períodos parecendo fazer movimento de meia volta. Essas estrelas especiais na verdade eram os planetas e logo foram reconhecidas como diferentes e passaram a receber uma atenção toda especial. A observação dos dois luminares: Sol e Lua assim como os cinco planetas visíveis: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno constituíram a base da Astrologia.
Os signos e casas ainda não eram utilizados, só os planetas recebiam atenção e levavam-se em conta os eclipses, halos da Lua, suas fases e fenômenos atmosféricos como ventanias e tempestades. Exemplos de prognósticos feitos com base nisso são encontrados em textos babilônicos registrados em tabuinhas de argila:
Os signos e casas ainda não eram utilizados, só os planetas recebiam atenção e levavam-se em conta os eclipses, halos da Lua, suas fases e fenômenos atmosféricos como ventanias e tempestades. Exemplos de prognósticos feitos com base nisso são encontrados em textos babilônicos registrados em tabuinhas de argila:
"Quando Marte se aproximar de Júpiter haverá grande devastação sobre a Terra"
Haverá um eclipse que será ruim para as províncias do Elam e de Aharou, benéfico para o senhor, meu rei que seja feliz. Vênus não será vista no Eclipse. Ao senhor, meu rei, eu afirmo que haverá um eclipse." ( Tábuas de Mul Apin, 700 a.C )
Não se levava em conta nas interpretações o posicionamento dos planetas nas constelações a não ser como ponto de referencia, para facilitar sua localização, por exemplo: "Júpiter está situado próximo da pinça do Escorpião."
Não foi difícil para os observadores mesopotâmicos encontrar o traçado do equador celeste e dividir o céu em três grandes áreas: o caminho de Anu (uma faixa de aproximadamente 17 graus junto ao equador), o caminho de Enlil (ao norte) e o caminho de Ea (ao sul). Para chegar ao conceito de equador os astrólogos antepassados tiveram antes de observar que no decorrer do ano o Sol nasce ora mais a nordeste, ora mais a sudeste, dependendo da estação. Apenas nos equinócios (início da primavera e do outono, quando os dias e noites são iguais) o Sol se encontra no ponto médio entre os limites extremos que atinge ao cruzar o horizonte e é este ponto que serve de referência para a localização do equador celeste. Mesmo hoje, em grandes cidades, é fácil perceber que o Sol não nasce todos os dias exatamente no mesmo lugar, observando seus raios pela manhã ao invadir nossas janelas.
Nestas três divisões do céu, os mesopotâmicos conseguiram identificar dezoito constelações que se situavam no caminho da Lua, as quais eram utilizadas como referência para suas anotações. O período crucial para o desenvolvimento da Astrologia como a conhecemos hoje estendeu-se de aproximadamente 700 a.C. a 400 a.C., quando finalmente chegou-se à elaboração do conceito de zodíaco.



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